Por Paulo Pereira da Silva - O movimento sindical, por meio de seus sindicatos, suas federações, confederações e centrais sindicais, vêm, ao longo dos anos, erguendo bandeiras de lutas que dizem respeito aos trabalhadores de todo o País, e de todas as categorias, contra a retirada de direitos, por uma queda expressiva da taxa básica de juros, pela manutenção dos postos de trabalho existentes e sua ampliação, por ambientes de trabalho saudáveis, por máquinas protegidas, pela valorização dos salários, aposentadorias e pensões, e pelo estrito cumprimento dos textos das Convenções Coletivas de Trabalho, entre outras demandas.

Marco Aurélio Serau Junior* - Através de uma simples ação previdenciária, onde o segurado da Previdência Social busca obter, por decisão do Poder Judiciário, sua tão sonhada aposentadoria, podemos encontrar breve resumo das alterações históricas vividas pelo País nas últimas décadas. Assistimos no mundo à chamada terceira revolução industrial, entendida como grande salto tecnológico ocorrido após os anos 1970-1980, verificando-se o incremento notável dos meios de comunicação e das tecnologias de informática. Esses fatores, que são a base da globalização, produziram profundas alterações no mercado de trabalho, propiciando intensa desindustrialização e crescimento do setor terciário da economia (comércio e serviços).

Por Paulo Pereira da Silva - Há muito tempo a Força Sindical vem alertando o governo que baixar drasticamente a taxa básica de juros (Selic) representaria uma forma eficaz na contenção do desemprego e na recolocação do País no rumo do crescimento econômico.

Por Paulo Pereira da Silva - O Brasil atravessa um momento ímpar em sua curta vida. Afinal, são apenas 517 anos pós-descobrimento. Mas nada justifica a atual situação que vivenciamos, de crise econômica, política, institucional e social, que tanto penaliza principalmente aqueles que são maioria absoluta da população: os trabalhadores, justamente a parcela que mais fez, e ainda faz, pelo desenvolvimento da Nação.

Por Paulo Pereira da Silva - O Brasil atravessa um momento ímpar em sua curta vida. Afinal, são apenas 517 anos pós-descobrimento. Mas nada justifica a atual situação que vivenciamos, de crise econômica, política, institucional e social, que tanto penaliza principalmente aqueles que são maioria absoluta da população: os trabalhadores, justamente a parcela que mais fez, e ainda faz, pelo desenvolvimento da Nação.

Por Paulo Pereira da Silva - Tempos de crise! E não só de crise econômica, mas também de crise social ante as desigualdades, o altíssimo nível de desemprego e do fraco desempenho do setor produtivo que se escancara à nossa volta. E os trabalhadores, como sempre, são os maiores prejudicados com as alternativas utilizadas pelo governo para sanar seus cofres à custa do suor daqueles que, verdadeiramente, constroem o País.

João Carlos Gonçalves, (Juruna) - Os consecutivos equívocos cometidos pelo governo nos últimos anos na condução da política econômica do País alimentaram uma crise sem precedentes em nossa história recente.

Por Átila da Rold Roesler -  “Tal como visto no passado da história mundial, a selvagem precarização dos direitos sociais imposta pela elite econômica e a ausência de limites na exploração do homem pelo homem pode resultar na insatisfação geral da classe trabalhadora e na possibilidade real e concreta de revoluções, o que poderia ameaçar e subverter o sistema econômico capitalista adotado.”

Por João Carlos Gonçalves, (Juruna) - As reformas trabalhista e da Previdência propostas pelo governo, que aguardam uma decisão do Congresso, escancaram de vez a intenção arbitrária de mascarar seus próprios erros no que se refere à condução da economia nacional, tirando daqueles que ganham menos e privilegiando uns poucos endinheirados.