Por Paulo Pereira da Silva - 24 de janeiro é o Dia dos Aposentados. Mas o Sindicato Nacional dos Aposentados (Sindinap), filiado a Força Sindical resolveu realizar no dia 30, o Carnaval dos Aposentados, na Avenida Paulista. Terá reivindicações? Inúmeras. Mas o objetivo principal é valorizar os aposentados e pensionistas e cobrar uma aposentadoria digna para todos.

Por Paulo Pereira da Silva - Pelo segundo ano consecutivo, o salário mínimo foi reajustado com índices abaixo da inflação. Trocando em miúdos, o governo adotou uma política que, a cada ano, vem corroendo os ganhos dos aposentados e dos trabalhadores que se enquadram nesta faixa de renda.

Por Antonio Tuccílio - A votação da reforma da Previdência está agendada para a segunda quinzena de fevereiro e, considerando o balcão de negócios em que se transformou a Câmara dos Deputados, há grandes riscos de que seja aprovada. Seus efeitos são devastadores, com destaque para um dos pontos mais críticos da reforma: a pensão por morte.

Carlos Pinto - O governo do senhor Temer insiste na aprovação desse monstrengo a que deram o nome de reforma da Previdência. E o interessante neste episódio, é verificar quantos sofistas fazem parte dessa camarilha governamental. Tergiversam sobre a verdade na tentativa de transformar uma mentira na verdade que lhes interessa. Já listei aqui, em comentários anteriores, o quanto a Previdência foi sangrada pelo governo federal, transformada que foi no banco patrocinador de várias obras monumentais.

Por Paulo Pereira da Silva - Nosso País vem enfrentando sérios problemas, frutos de equívocos cometidos ao longo dos anos. E as consequências estão aí: juros altos, crédito caro, falta de investimentos no setor produtivo, baixo consumo, mais de 12 milhões de desempregados, crianças e jovens fora das escolas, falta de moradias. E setores vitais para que qualquer País do mundo se desenvolva plenamente, como educação e saúde, por exemplo, seguem por aqui sem a devida atenção daqueles que detêm o poder.

Por Plínio Sarti - Como os governantes brasileiros não estabelecem macro políticas públicas para assegurar condições dignas aos aposentados, pensionistas e idosos, um dos mecanismos para enfrentar a situação de desamparo, é realizar ações que amortizem os impactos do custo de vida por meio de decisões nas esferas municipais e estaduais.

Por João Carlos Juruna Gonçalves – Que a economia tem dado tímidas mostras de recuperação é fato. O desemprego, por exemplo, caiu de quase 14,5 milhões de desempregados para cerca de 13,2 milhões nos últimos meses. Uma recuperação fraca e lenta, mas é sempre uma recuperação. Os juros, apesar de uma sequência de nove reduções “conta gotas”, continuam elevados ante um cenário econômico estagnado, com uma taxa de desemprego ainda assustadora, produção e consumo que reagem vagarosamente e, ainda, a desconfiança e a incerteza que se fazem presentes na vida de milhões de brasileiros, principalmente aqueles de menor renda.

Por Altamiro Borges - O relatório elaborado pelo senador Hélio José (Pros-DF), que tem 253 páginas e será enviado ao plenário da Casa para votação até 6 de novembro, afirma que o sistema previdenciário, que faz parte da seguridade social, é superavitário. Ele ainda aponta os verdadeiros gargalos que precisam ser enfrentados de imediato, como as fraudes e a sonegação, e faz críticas à proposta de reforma do setor apresentada por Michel Temer, que na prática significa o fim da aposentadoria dos brasileiros.