“É necessário que as forças políticas, econômicas e sociais estabeleçam uma agenda mínima para a manutenção do emprego e a retomada do crescimento. Mais do que isso: o governo, os empresários e a classe trabalhadora precisam firmar um pacto pelo Brasil. Este é o único caminho possível para o país superar os obstáculos que impedem o seu pleno desenvolvimento.”

Paulo Pereira da Silva - A proposta de reforma da Previdência do governo, que retira direitos, penalizando os trabalhadores e privilegiando os grandes especuladores financeiros, não pode passar ilesa pelo Congresso Nacional e afundar os ideais de milhões de famílias, principalmente as de menor renda.

Por Maria Lucia Fattorelli - Com o intuito de defender a contrarreforma da Previdência de que trata a PEC 287/2016, no dia 26 de janeiro de 2017, o atual secretário da Previdência Social, Marcelo Caetano, veio a público apresentar catastrófico “déficit” da Previdência, o qual teria atingido em 2016 o valor de R$ 149,7 bilhões .

Por João Carlos Juruna Gonçalves - A Força Sindical está empenhada em alterar alguns pontos na proposta de reforma da Previdência do governo, que retiram direitos dos trabalhadores, dificultando, inclusive, o acesso de homens e mulheres à aposentadoria graças ao estabelecimento de uma idade mínima de 65 anos para que ambos os gêneros possam se aposentar, somada, ainda, a um tempo mínimo de 25 anos de contribuição.

Por Paulo Pereira da Silva - Na próxima quarta-feira (25), das 9 às 13 horas, o Sindicato Nacional dos Aposentados (Sindnapi) e a Força Sindical vão realizar um grande ato em protesto contra a insensata proposta do governo de promover uma reforma previdenciária que suprime direitos e dificulta o acesso de trabalhadores(as) à aposentadoria. A manifestação acontecerá na rua do Carmo, em frente à sede do Sindnapi, próximo à estação Sé do metrô.

Por João Carlos Gonçalves (Juruna) - O anúncio do ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, que, apesar de ainda não estar definido, o cronograma de correção da tabela do Imposto de Renda para pessoas físicas prevê um reajuste de apenas 5% já para o próximo mês, não atende às expectativas dos trabalhadores brasileiros, que a cada ano pagam mais imposto.

Por Paulo Pereira da Silva - A crise econômica pela qual o País atravessa traz consequências desastrosas para os trabalhadores brasileiros. Salários achatados, aposentadorias baixas, crédito caro e queda na produção e no consumo. Mas uma delas, em particular, é a que mais pune a classe trabalhadora: o desemprego.

A Confederação Nacional dos Trabalhadores Metalúrgicos (CNTM) reafirma que a reforma da Previdência enviada pelo governo ao Congresso Nacional é um retrocesso e repudia veemente a ideia, insistentemente defendida pelo presidente Temer, de idade mínima de 65 anos para a aposentadoria de todos os trabalhadores (homens e mulheres).