Antônio Augusto de Queiroz - O Direito do Trabalho, como um conjunto de normas de ordem pública e de caráter irrenunciável, possui três fontes: a lei, em sentido amplo, que inclui a Constituição, as leis complementares, as leis ordinárias e os tratados internacionais subscritos pelo Brasil, como as convenções da OIT; as decisões normativas, que são as decisões com força de Poder Normativo adotadas pelos tribunais do trabalho; e os acordos e as Convenções Coletivas.

João Carlos Gonçalves, Juruna - O presidente Michel Temer, após sinalizar com um processo de Terceirização mais brando, voltou atrás e, após ser pressionado por empresários e “costurar” um acordo com sua base, declarou que vai sancionar a proposta aprovada pela Câmara no último dia 22, que permite que uma empresa terceirize até sua atividade-fim e traz apenas três “salvaguardas”, bastante genéricas, para os trabalhadores.

Por Paulo Pereira da Silva - As propostas de reformas da Previdência e trabalhista apresentadas pelo governo, somadas à terceirização que o governo quer implantar na base do “doa a quem doer”, continuam agitando o movimento sindical do País.

Gleisi Hoffmann* - O governo está acuado em sua perversidade, ilegitimidade e fraqueza moral. A cada dia que passa o projeto inaceitável de Michel Temer de acabar com direitos essenciais dos cidadãos enfrenta pressão crescente das ruas, de instituições, do Judiciário e até mesmo da base aliada no Congresso. 

Por Paulo Pereira da Silva - Mais uma vez retomamos o tema dos juros altos. Mas por que insistimos em bater com frequência na mesma velha e conhecida tecla? Simples, porque são eles um dos grandes vilões responsáveis pela crise econômica que assola o País, causando a insolvência de empresas, baixa produção, inibindo o consumo e fomentando o desemprego.

Paulo Pereira da Silva - Os atos promovidos pela Força Sindical e pelas demais centrais contra a indecorosa proposta de reforma da Previdência que o governo quer enfiar “goela abaixo” dos trabalhadores, no chamado “Dia Nacional de Paralisações e Lutas”, reuniram, no último dia 15, milhares e milhares de trabalhadores por todo o País. Os atos foram demonstrações claras de que não suportamos mais tanto desrespeito e as tentativas sucessivas da retirada de direitos.

Paulo Pereira da Silva, Paulinho da Força - A participação maciça de trabalhadores das mais variadas categorias, sindicalistas, aposentados e de vários setores da sociedade nos atos promovidos pela Força Sindical e pelas demais centrais na 4ª feira, 15, no chamado “Dia Nacional de Paralisações e Luta”, por todo o País, por mudanças na proposta de reforma da Previdência do governo, que penaliza a todos os brasileiros, representou um marco histórico na luta em defesa dos direitos previdenciários e trabalhistas da classe trabalhadora.

Clemente Ganz Lúcio - A grande crise econômica criou uma dinâmica de ajuste econômico e fiscal e uma grande mobilização de reformas trabalhistas, implementadas em mais de uma centena de países. A recessão, o desemprego, o aumento da desigualdade e da pobreza e a crise fiscal, entre outros aspectos, formam um quadro comum, com impacto sobre a maioria dos países.

João Carlos Gonçalves, (Juruna) - A Força Sindical e as demais centrais prepararam, para esta 4ª feira, 15, uma série de manifestações que acontecerão em vários Estados do País contra o texto da proposta de reforma da Previdência elaborada pelo governo.