Paulo Pereira da Silva, Paulinho da Força - A participação maciça de trabalhadores das mais variadas categorias, sindicalistas, aposentados e de vários setores da sociedade nos atos promovidos pela Força Sindical e pelas demais centrais na 4ª feira, 15, no chamado “Dia Nacional de Paralisações e Luta”, por todo o País, por mudanças na proposta de reforma da Previdência do governo, que penaliza a todos os brasileiros, representou um marco histórico na luta em defesa dos direitos previdenciários e trabalhistas da classe trabalhadora.

Clemente Ganz Lúcio - A grande crise econômica criou uma dinâmica de ajuste econômico e fiscal e uma grande mobilização de reformas trabalhistas, implementadas em mais de uma centena de países. A recessão, o desemprego, o aumento da desigualdade e da pobreza e a crise fiscal, entre outros aspectos, formam um quadro comum, com impacto sobre a maioria dos países.

João Carlos Gonçalves, (Juruna) - A Força Sindical e as demais centrais prepararam, para esta 4ª feira, 15, uma série de manifestações que acontecerão em vários Estados do País contra o texto da proposta de reforma da Previdência elaborada pelo governo.

Por Paulo Pereira da Silva - Nesta quarta-feira, 15, a Força Sindical e as demais centrais estarão promovendo o Dia Nacional de Luta contra a proposta de reforma da Previdência do governo. Várias categorias de trabalhadores já garantiram que participarão dos atos, que acontecerão em grandes cidades por todo o País.

Por Paulo Pereira da Silva - No dia 15 de março a Força Sindical e as demais centrais vão realizar o Dia Nacional de Luta, com manifestações que acontecerão em inúmeras cidades de todo o Brasil em protesto contra a proposta de reforma da Previdência anunciada pelo governo, que, se aprovada, trará prejuízos incalculáveis para os trabalhadores, desta e das futuras gerações.

A Proposta de Emenda Constitucional nº 287/2016, conhecida como Reforma da Previdência, foi apresentada pelo Governo Michel Temer e vai avançando na Câmara dos Deputados com certa facilidade, embalada pela folgada maioria governista, o que, de certa forma, surpreende (ou em condições políticas normais deveria surpreender) considerando a gravidade das mudanças que são propostas.

João Carlos Gonçalves, Juruna - Neste 8 de março comemora-se 40 anos do Dia Internacional da Mulher. Mas, reconhecida oficialmente pela ONU – Organização das Nações Unidas – apenas em 1977, a data remonta a tempos muito mais distantes. Em 1857 as mulheres cumpriam, no trabalho fora do lar, jornadas exaustivas sob as condições mais precárias, sujeitas a ambientes danosos à saúde e a ameaças dos mais variados matizes.

Marilane Oliveira Teixeira - O projeto de desmonte da previdência social enviado ao Congresso Nacional já pode ser considerado o maior ataque aos direitos da classe trabalhadora em décadas, especialmente quando trata das trabalhadoras urbanas, rurais, professoras, negras e idosas ao desprezar os diferenciais de gênero, raça e desigualdades regionais e como essas três dimensões estão interligadas.