Por João Carlos Juruna Gonçalves - A proposta apresentada pelo governo para a reforma da Previdência, se aprovada na íntegra, será uma dolorosa pedra no sapato de todos que trabalham com carteira assinada. Ela fará com que homens e mulheres inseridos no mercado formal de trabalho se aposentem mais tarde, com no mínimo 65 anos de idade mais 25 anos de contribuição. Ou seja, penaliza principalmente aqueles que começaram a trabalhar mais cedo.

Por Antônio Augusto de Queiroz - Frente à ofensiva dos três poderes (Executivo, Legislativo e Judiciário) e do mercado (produtivo e financeiro) sobre os direitos (trabalhistas e previdenciários) dos trabalhadores do setor público e da iniciativa privada, com fortes campanhas na mídia (impressa, radiofônica e televisão, inclusive na internet), é fundamental que o movimento sindical invista na formação de quadros para fazer frente a essa realidade adversa.

Paulo Pereira da Silva - Os juros nas alturas e o desemprego continuam preocupando os trabalhadores brasileiros. São os juros – que apesar das últimas reduções conta-gotas continuam altos – um dos principais responsáveis pela crise econômica que assola nosso País, e o desemprego desenfreado a consequência que mais penaliza os trabalhadores.

“É necessário que as forças políticas, econômicas e sociais estabeleçam uma agenda mínima para a manutenção do emprego e a retomada do crescimento. Mais do que isso: o governo, os empresários e a classe trabalhadora precisam firmar um pacto pelo Brasil. Este é o único caminho possível para o país superar os obstáculos que impedem o seu pleno desenvolvimento.”

Paulo Pereira da Silva - A proposta de reforma da Previdência do governo, que retira direitos, penalizando os trabalhadores e privilegiando os grandes especuladores financeiros, não pode passar ilesa pelo Congresso Nacional e afundar os ideais de milhões de famílias, principalmente as de menor renda.

Por Maria Lucia Fattorelli - Com o intuito de defender a contrarreforma da Previdência de que trata a PEC 287/2016, no dia 26 de janeiro de 2017, o atual secretário da Previdência Social, Marcelo Caetano, veio a público apresentar catastrófico “déficit” da Previdência, o qual teria atingido em 2016 o valor de R$ 149,7 bilhões .

Por João Carlos Juruna Gonçalves - A Força Sindical está empenhada em alterar alguns pontos na proposta de reforma da Previdência do governo, que retiram direitos dos trabalhadores, dificultando, inclusive, o acesso de homens e mulheres à aposentadoria graças ao estabelecimento de uma idade mínima de 65 anos para que ambos os gêneros possam se aposentar, somada, ainda, a um tempo mínimo de 25 anos de contribuição.

Por Paulo Pereira da Silva - Na próxima quarta-feira (25), das 9 às 13 horas, o Sindicato Nacional dos Aposentados (Sindnapi) e a Força Sindical vão realizar um grande ato em protesto contra a insensata proposta do governo de promover uma reforma previdenciária que suprime direitos e dificulta o acesso de trabalhadores(as) à aposentadoria. A manifestação acontecerá na rua do Carmo, em frente à sede do Sindnapi, próximo à estação Sé do metrô.