Por Paulo Pereira da Silva - Os brasileiros, principalmente os de baixa renda, atravessam um período conturbado em função da crise que assola o País. Os juros seguem altos. A inflação custa a ceder. O crédito continua caro. Empresas estão fechando. A produção e o consumo estão em baixa e o desemprego já ceifou cerca de doze milhões de postos de trabalho. E as tentativas de ataque aos direitos dos trabalhadores não cessam.

Por João Carlos Juruna Gonçalves - Sou sindicalista há mais de 40 anos. Minha trajetória deu-me uma base sólida para que eu me transformasse não apenas em um diretor, formal, burocrático, mas em um dirigente sindical e de classe. Aprendi que um trabalhador não se torna dirigente sindical de uma hora para outra. Um dirigente se forma com experiências e dedicação. Aprende a olhar longe, e para todos os lados, na política e no movimento social.

Por Paulo Pereira da Silva - Ao rejeitar, no último dia 26, por sete votos a quatro, a possibilidade de um trabalhador que, após aposentar-se, continua a trabalhar para aumentar seu rendimento e, depois, para receber proventos maiores com base nas novas contribuições à Previdência, a chamada “desaposentação”, o Supremo Tribunal Federal (STF) dá um basta nas pretensões de milhões de pessoas que têm de ajudar, ou, efetivamente, manter o sustento de suas famílias com seus muitas vezes insuficientes benefícios.

Por Paulo Pereira da Silva - Começa nesta 3ª feira, 18, a reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), a 7ª deste ano, que vai anunciar, no dia seguinte, como ficará a taxa básica de juros (Selic), se será mantida, elevada ou reduzida.

Por Paulo Pereira da Silva - Muito se tem lido e ouvido da grande imprensa que o governo pretende apresentar um “balão de ensaio” sobre a tão decantada reforma da Previdência Social, mas até agora nada de concreto foi exibido. O que temos de palpável são informações fragmentadas, especulações que de nada servem para que possamos definir um lastro sobre qual é, efetivamente, a intenção governamental.

Por Ricardo Patah - O Brasil precisa fazer uma reforma previdenciária, é claro. Estamos de acordo. Mas a nossa prioridade não é a mesma dos ministros do presidente Michel Temer. Eles anunciam, com certo ar de provocação, que o sistema só se salvará com a implantação de uma idade mínima de aposentadoria de 65 anos.

Por Paulo Pereira da Silva - Criado nos anos 90, nos Estados Unidos, o movimento “Outubro Rosa” visa conscientizar as mulheres para uma rápida identificação do câncer de mama e no seu controle – o câncer de mama é o mais comum entre as mulheres no Brasil e no mundo, e responsável por cerca de 25% de novos casos a cada ano. O tema da ação para 2016 será “Câncer de mama: vamos falar sobre isso?”.