Por Paulo Pereira da Silva - A Força Sindical e as demais centrais estarão, nesta terça-feira, dia 4, reunidas com representantes do governo, em Brasília. Na pauta do encontro a reforma da Previdência Social. Mas já adiantamos: não vamos aceitar a retirada de qualquer direito!

BR2Pontos - Inaugurando a seção 'Entrevista da Sexta', o sindicalista Miguel Torres, líder dos protestos e paralisações dos metalúrgicos em todo o Brasil, na quinta-feira 29, conta ao BR: a fórmula de sucesso para a forte mobilização em meio à crise econômica e o desemprego. "A palavra de ordem 'não à perda de direitos' foi compreendida por todos", disse ele

Por Paulo Pereira da Silva - Há indícios, segundo especialistas, de que o Banco Central (BC) está planejando – esperamos que já para este mês de outubro – iniciar uma mais do que necessária etapa de redução da taxa de juros, estacionada, após frequentes aumentos, em impensáveis 14,25% desde meados de 2015.

Por Paulo Pereira da Silva - É incrível a falta de percepção do atual governo no que se refere à sua insistência em manter a taxa básica de juros (Selic) nas alturas, mesmo sabendo que isto influencia diretamente na taxa de desemprego, fazendo-a chegar, no médio prazo, aos atuais quase doze milhões de desempregados no País.

Por Paulo Pereira da Silva - Logo após o governo ter manifestado sua intenção de recuperar a ideia das Câmaras Setoriais, mecanismo utilizado no início dos anos 90 para combater os efeitos da crise econômica, as centrais demonstraram seu total apoio à iniciativa – aliás, uma reivindicação que nunca saiu da pauta do movimento sindical, pois entendemos que recriar o que já havia dado certo não é demérito algum. Demérito é querer promover um ajuste econômico à custa da perda de direitos.

Por Paulo Pereira da Silva - Valeu toda a pressão da Força Sindical e das demais centrais. Foram necessários muitos esforços e empenho para que o governo, enfim, optasse por resgatar as Câmaras Setoriais, um expediente bastante utilizado durante a década de 90 que consiste em grupos, formados por setores, reunindo trabalhadores, empregadores e representantes do governo para a discussão de medidas que permitam a geração de empregos.

Por Paulo Pereira da Silva - Ao escalar os menos favorecidos, os trabalhadores, como os grandes devedores de uma conta pela qual eles, nem de longe, têm qualquer responsabilidade, o atual governo perde uma grande oportunidade de consertar os erros crassos cometidos por governos anteriores na condução da política econômica do nosso País.

Por Paulo Pereira da Silva - A Força Sindical repudia qualquer tentativa de se fazer uma reforma da Previdência que venha a retirar direitos dos trabalhadores. As afirmações de setores do governo, divulgadas em veículos de comunicação, revelando que irão mexer em direitos, são inoportunas e parecem divagações de palpiteiros de plantão.