Sérgio Luiz Leite, Serginho - A conjuntura muda em alta velocidade. O comentário geral pós-Carnaval é: a Globo abriu espaço ao 'fora, Temer'. Foi assim em longa reportagem na Globo News, repetiu-se no Jornal Nacional. Luzes amarelas se acendem nos aposentos do Palácio do Jaburu, para onde o presidente voltou após não considerar adequado o Palácio da Alvorada. Como se esses fossem tempos para reclamar de mordomias a mais ou a menos...

Por João Carlos Gonçalves, (Juruna) - O desemprego no Brasil alcançou índices alarmantes. São mais de 12,3 milhões de desempregados no País, conforme estudo do IBGE. Número que não para de crescer. E pior: sem qualquer perspectiva de melhora no curto prazo. Outro dado significativo nos dá conta de que o desemprego é maior nas camadas formadas por negros, pardos, mulheres e jovens. Estes últimos os mais afetados com a falta de trabalho.

Por João Carlos Juruna Gonçalves - A proposta apresentada pelo governo para a reforma da Previdência, se aprovada na íntegra, será uma dolorosa pedra no sapato de todos que trabalham com carteira assinada. Ela fará com que homens e mulheres inseridos no mercado formal de trabalho se aposentem mais tarde, com no mínimo 65 anos de idade mais 25 anos de contribuição. Ou seja, penaliza principalmente aqueles que começaram a trabalhar mais cedo.

Por Antônio Augusto de Queiroz - Frente à ofensiva dos três poderes (Executivo, Legislativo e Judiciário) e do mercado (produtivo e financeiro) sobre os direitos (trabalhistas e previdenciários) dos trabalhadores do setor público e da iniciativa privada, com fortes campanhas na mídia (impressa, radiofônica e televisão, inclusive na internet), é fundamental que o movimento sindical invista na formação de quadros para fazer frente a essa realidade adversa.

Paulo Pereira da Silva - Os juros nas alturas e o desemprego continuam preocupando os trabalhadores brasileiros. São os juros – que apesar das últimas reduções conta-gotas continuam altos – um dos principais responsáveis pela crise econômica que assola nosso País, e o desemprego desenfreado a consequência que mais penaliza os trabalhadores.

“É necessário que as forças políticas, econômicas e sociais estabeleçam uma agenda mínima para a manutenção do emprego e a retomada do crescimento. Mais do que isso: o governo, os empresários e a classe trabalhadora precisam firmar um pacto pelo Brasil. Este é o único caminho possível para o país superar os obstáculos que impedem o seu pleno desenvolvimento.”

Paulo Pereira da Silva - A proposta de reforma da Previdência do governo, que retira direitos, penalizando os trabalhadores e privilegiando os grandes especuladores financeiros, não pode passar ilesa pelo Congresso Nacional e afundar os ideais de milhões de famílias, principalmente as de menor renda.

Por Maria Lucia Fattorelli - Com o intuito de defender a contrarreforma da Previdência de que trata a PEC 287/2016, no dia 26 de janeiro de 2017, o atual secretário da Previdência Social, Marcelo Caetano, veio a público apresentar catastrófico “déficit” da Previdência, o qual teria atingido em 2016 o valor de R$ 149,7 bilhões .

Por João Carlos Juruna Gonçalves - A Força Sindical está empenhada em alterar alguns pontos na proposta de reforma da Previdência do governo, que retiram direitos dos trabalhadores, dificultando, inclusive, o acesso de homens e mulheres à aposentadoria graças ao estabelecimento de uma idade mínima de 65 anos para que ambos os gêneros possam se aposentar, somada, ainda, a um tempo mínimo de 25 anos de contribuição.