Por Ricardo Patah e Paulo Rossi* - O governo do presidente interino Michel Temer (PMDB) pretende fazer uma reforma no sistema previdenciário, caso se concretize o processo de impeachment da presidente afastada Dilma Rousseff (PT), cuja votação acontecerá no Senado Federal. Dentre as propostas aventadas, está a fixação de uma idade mínima para a aposentadoria.

Por Paulo Pereira da Silva - Dados divulgados ontem, dia 22, pelo FGV/Ibre – Instituto Brasileiro de Economia, da Fundação Getúlio Vargas –, nos dão conta de que o número de trabalhadores que migraram do emprego com carteira assinada para a informalidade, “os famosos bicos”, alcançava, no início deste ano, a casa dos 9,7 milhões de pessoas. Isto no início do ano!

Por Josinaldo José de Barros - As pessoas e os povos precisam de identidade. Precisam ter referências, seja nas relações particulares, seja por meio de vultos históricos, hábitos ou fatos políticos. Essa identidade propicia segurança pessoal, possibilita uma visão de mundo e orienta na tomada de decisões, individuais ou coletivas.

Por Carlos Henrique Abrão - A par da grave e indesejável situação de todo precária do estado brasileiro, além dos ajustes das contas públicas, é voz comum a reforma da previdência.

Por Paulo Pereira da Silva - Nos próximos dias 30 e 31 será realizada a reunião do Comitê de Política Monetária do Banco Central, o Copom, para decidir como ficará a taxa básica de juros (Selic), se sobe, desce ou será mantida nos insustentáveis 14,25% ao ano.

Por Odilon Guedes - ema repetido dia e noite, o déficit na Previdência virou uma verdadeira ameaça contra os trabalhadores. Com essa alegação, Temer defende uma reforma que retira inúmeros direitos do trabalhador. Ao mesmo tempo, preserva os ganhos da elite financeira com o pagamento dos juros da dívida pública – 500 bilhões

Por Paulo Pereira da Silva - O Brasil precisa reencontrar-se e voltar a ter uma economia pujante. A saúde financeira das empresas precisa voltar ser a tônica do nosso desenvolvimento. A geração de empregos tem de ser acelerada para atender toda a demanda de trabalhadores que hoje estão fora do mercado de trabalho. Os juros têm de ser reduzidos drasticamente. O crédito tem de ser barateado. Os investimentos no setor produtivo têm de ser expandidos. Tudo isto tem de ser feito, mas, frisamos, sem a retirada de qualquer direito trabalhista ou previdenciário ou a precarização das relações do trabalho.

Por Clemente Ganz Lúcio - O movimento sindical atua para mobilizar, articular e organizar a luta dos trabalhadores pelos diretos econômicos, sociais e políticos. Por isso, as Centrais Sindicais – CUT, Força Sindical, UGT, CTB, NCST e CSB – realizaram, em 26 de julho, a Assembleia Nacional dos Trabalhadores pelo Emprego e pela Garantia de Direitos. Na oportunidade, definiram como agenda de lutas o enfrentamento do desemprego, ações para impedir a flexibilização de direitos e as mudanças na previdência social que venham a prejudicar os trabalhadores.