Por João Guilherme Vargas Neto - As plantações na grande imprensa levam a crer que o Governo vai adiar, para depois das eleições municipais, o envio para o Congresso Nacional de suas propostas de reforma previdenciária.

Por Paulo Pereira da Silva - De novo o governo perdeu uma ótima oportunidade de sinalizar positivamente para o setor produtivo - que gera emprego e renda - que o País não se curva mais perante os especuladores. Juros nas alturas são uma forma de concentrar cada vez mais renda nas mãos dos grandes banqueiros e rentistas.

Por Paulo Pereira da Silva - Começa nesta terça-feira, dia 30, a reunião do Comitê de Política Econômica do Banco Central (Copom) para decidir como vai ficar a taxa básica de juros (Selic), se sobe, desce ou continua nos já insustentáveis 14,25% ao ano. A reunião termina no dia seguinte, 31, quando a taxa será anunciada. E só uma destas alternativas servirá para aplacar a voracidade da recessão econômica que vem detonando a nossa já combalida economia: uma redução drástica da taxa Selic.

Por Sergio Luiz Leite - Existem pessoas que trabalham 35 anos para se aposentar e outras que com 25 anos conseguem a sua aposentadoria. A primeira vista isso parece uma injustiça, mas quando conhecemos os motivos dessa diferença, percebemos que a injustiça existe não pelo tempo de trabalho dessas pessoas, e sim pelo tipo de trabalho, pelas condições que estas mesmas pessoas foram submetidas ao longo de suas vidas.

Por Ricardo Patah e Paulo Rossi* - O governo do presidente interino Michel Temer (PMDB) pretende fazer uma reforma no sistema previdenciário, caso se concretize o processo de impeachment da presidente afastada Dilma Rousseff (PT), cuja votação acontecerá no Senado Federal. Dentre as propostas aventadas, está a fixação de uma idade mínima para a aposentadoria.

Por Paulo Pereira da Silva - Dados divulgados ontem, dia 22, pelo FGV/Ibre – Instituto Brasileiro de Economia, da Fundação Getúlio Vargas –, nos dão conta de que o número de trabalhadores que migraram do emprego com carteira assinada para a informalidade, “os famosos bicos”, alcançava, no início deste ano, a casa dos 9,7 milhões de pessoas. Isto no início do ano!