Por Miguel Torres - Na próxima terça-feira (16/8), o movimento sindical estará nas ruas em todo o País, em grandes manifestações pelo Dia Nacional de Mobilização e Luta pelo Emprego e Garantia de Direitos.

Por Paulo Pereira da Silva - As centrais Força Sindical, CUT, UGT, CTB, Nova Central e CSB, em unidade de ação, realizarão, no próximo dia 16, uma grande mobilização denominada “Dia Nacional de Mobilização e Luta pelo Emprego e Garantia de Direitos”. Durante os atos, que ocorrerão em vários Estados brasileiros, as centrais vão divulgar um documento, aprovado no final de julho em assembleia realizada entre as entidades em São Paulo.

Por Antônio Augusto de Queiroz - A agenda legislativa para o segundo semestre de 2016, idealizada pelo presidente interino e pelos presidentes da Câmara e do Senado, retomará a pauta do Consenso de Washington, em bases fiscalistas e neoliberais, que esteve na geladeira durante os treze anos de governo do PT.

Por João Guilherme Vargas Neto - Aos trabalhadores e às trabalhadoras e a toda direção sindical interessa, e muito, que as manifestações do próximo dia 16 sejam um sucesso.

Por Antônio Augusto de Queiroz - O ministro Chefe da Casa Civil, Eliseu Padilha, em entrevista ao jornal O Globo (30/07/2016) antecipou as bases da reforma da previdência que foi submetida ao presidente interino, Michel Temer, e que será encaminhada para votação no Congresso após a conclusão do processo de impeachment. Se confirmada nos termos anunciados pelo ministro, a proposta de reforma será mais dura que as realizadas por FHC e Lula.

Por Paulo Pereira da Silva - Um Sindicato forte e atuante significa uma categoria de trabalhadores capaz de enfrentar, em pé de igualdade, a intransigência que o patronal costuma jogar sobre a mesa de negociações em cada campanha salarial, não querendo conceder reajustes dignos e tentando, de todas as formas, retirar ou reduzir conquistas históricas dos trabalhadores.

Por Paulo Pereira da Silva - O governo perdeu, no último dia 20, término da reunião do Copom que manteve a taxa de juros em insustentáveis 14,25% a. a., uma oportunidade de ouro de mostrar que está trabalhando para que o País retome o virtuoso caminho do crescimento econômico, com geração de emprego, mais investimentos, distribuição justa de renda, aquecimento da produção e do consumo.

A questão a reforma da Previdência vai e volta, com dezenas de palpites, sugestões, relatórios, propostas, 100% sobre a questão dos benefícios. Não há nenhuma nota sobre a reforma no seu financiamento. Só nós, da Anasps e, algumas vezes a Força Sindical, falamos nisso. Ela pede o fim das renúncias dos exportadores rurais, das desonerações, cobrança da dívida ativa, mas não fala da dívida administrativa. Ignora, porém, a dívida dos rurais de R$ 100 bilhões e a utilização de recursos previdenciários pela política econômica.

Por Paulo Paim e Vilson Antonio - Chega de mentiras. É preciso passar a limpo a atual discussão sobre reforma da Previdência Social. Primeiramente, a Previdência faz parte de algo maior. Ela integra o sistema de proteção criado na Constituição Cidadã de 1988, chamado de Seguridade Social, que inclui o tripé previdência, saúde e assistência social.