Paulo Pereira da Silva - Muitos leitores podem não estar entendendo o porquê de, nos últimos artigos por nós escritos, estarmos batendo com frequência na tecla da realização, em 28 de abril, do “Dia Nacional de Paralisações, Atos e Greves”.

João Carlos Gonçalves, (Juruna) - No dia 28 de abril a Força Sindical e as demais Centrais promoverão o “Dia Nacional de Paralisações, Atos e Greves”. Os atos representarão o protesto dos trabalhadores, por todo o País, contra as propostas de reformas da Previdência e a Trabalhista, e a Terceirização, formalizadas pelo governo, que penalizam a classe trabalhadora com a retirada de direitos.

Paulo Pereira da Silva - Vivemos um período atribulado e repleto de incertezas. E, como se isto não bastasse, dados divulgados pelo IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – na sexta-feira, dia 31, nos dão conta de que a taxa de desemprego, que recentemente havia ultrapassado a casa dos doze milhões de desempregados, atingiu, no trimestre encerrado em fevereiro, 13,5 milhões de brasileiros. Um recorde negativo histórico.

Por Paulo Pereira da Silva - O fim da desoneração da folha de pagamento é uma reivindicação histórica do movimento sindical. Foi uma das primeiras apresentadas pelos trabalhadores ao atual governo. A medida efetivada agora ajuda a recompor o caixa da Previdência. Para que tenha maior eficácia, deverá ser ampliada até chegar a todos os setores da economia.

Antônio Augusto de Queiroz - O Direito do Trabalho, como um conjunto de normas de ordem pública e de caráter irrenunciável, possui três fontes: a lei, em sentido amplo, que inclui a Constituição, as leis complementares, as leis ordinárias e os tratados internacionais subscritos pelo Brasil, como as convenções da OIT; as decisões normativas, que são as decisões com força de Poder Normativo adotadas pelos tribunais do trabalho; e os acordos e as Convenções Coletivas.

João Carlos Gonçalves, Juruna - O presidente Michel Temer, após sinalizar com um processo de Terceirização mais brando, voltou atrás e, após ser pressionado por empresários e “costurar” um acordo com sua base, declarou que vai sancionar a proposta aprovada pela Câmara no último dia 22, que permite que uma empresa terceirize até sua atividade-fim e traz apenas três “salvaguardas”, bastante genéricas, para os trabalhadores.

Por Paulo Pereira da Silva - As propostas de reformas da Previdência e trabalhista apresentadas pelo governo, somadas à terceirização que o governo quer implantar na base do “doa a quem doer”, continuam agitando o movimento sindical do País.

Gleisi Hoffmann* - O governo está acuado em sua perversidade, ilegitimidade e fraqueza moral. A cada dia que passa o projeto inaceitável de Michel Temer de acabar com direitos essenciais dos cidadãos enfrenta pressão crescente das ruas, de instituições, do Judiciário e até mesmo da base aliada no Congresso. 

Por Paulo Pereira da Silva - Mais uma vez retomamos o tema dos juros altos. Mas por que insistimos em bater com frequência na mesma velha e conhecida tecla? Simples, porque são eles um dos grandes vilões responsáveis pela crise econômica que assola o País, causando a insolvência de empresas, baixa produção, inibindo o consumo e fomentando o desemprego.