Na próxima segunda-feira, dia 12, a Força Sindical dará início ao seu 8º Congresso Nacional, que acontecerá em Praia Grande, no litoral de São Paulo, e cujo encerramento se dará na quarta-feira, 14.

Por João Carlos Juruna Gonçalves - Não temos dúvida de que a manifestação em Brasília, no último dia 24, organizada pela Força Sindical e demais centrais sindicais foi um sucesso. Sucesso pela unidade de ação, pela participação de representantes de várias cidades e estados, pela diversidade de categoria e pela contundência nas reivindicações.

Por Paulo Pereira da Silva - O atual momento de crise pelo qual o Brasil atravessa, com um mar de denúncias, falta de investimentos, desemprego desenfreado (mais de 14 milhões de vagas formais fechadas), salários achatados e crédito caro, entre tantas outras mazelas, segue penalizando a maioria dos brasileiros, justamente os menos afortunados.

Por Antônio Augusto de Queiroz - As reformas trabalhista e previdenciária, que estão sob exame do Congresso Nacional, podem até ser necessárias, mas no formato proposto são uma ameaça ao estado de proteção social e significarão um enorme retrocesso civilizatório, conforme veremos a seguir.

Por João Carlos Gonçalves, (Juruna) - Representantes da Força Sindical e das demais centrais já estão mobilizados e atuando intensamente, em Brasília, num corpo a corpo com parlamentares do Congresso Nacional, para pressioná-los e sensibilizá-los a apoiar a luta dos trabalhadores contra as propostas das reformas da Previdência e trabalhista que o governo quer nos enfiar “goela abaixo”.

Por Paulo Pereira da Silva - Trabalhadores e dirigentes de entidades filiadas à Força Sindical e às demais centrais vão realizar, no próximo dia 24, uma nova “Marcha a Brasília” pelos direitos que as propostas das reformas da Previdência e trabalhista do governo pretendem suprimir.

Por Carlos Zarattini - A reforma da Previdência (PEC 287/16) vai ser derrotada no plenário da Câmara. Esse resultado se deve à vigorosa reação popular contra uma proposta que exclui milhões de pessoas do direito de se aposentar e reduz substancialmente o valor das pensões e aposentadorias.

Por Marcos Bulgarelli - O principal argumento do governo no sentido de executar a “reforma” da Previdência é que existe um déficit nas contas e, por isso, os cortes são necessários para assegurar a sustentabilidade do sistema. Mas, a verdade, é que o rombo financeiro propagado nunca foi demonstrado contabilmente.